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segunda-feira, maio 31, 2004

É assim a jurisprudência de hoje: uma questão de estilo...

O José da Grande Loja chamou a atenção para uma
entrevista de Pinto Nogueira
em torno da Justiça que temos.
Como ele refere, o que diz Pinto Nogueira, merece ser lido com atenção.

sábado, maio 29, 2004

Não explicam pá! não explicam!

Correm por aí na blogosfera umas curiosíssimas petições. Destinam-se a retirar de casa quem não quer sair. Uma pretende mandar um jornalista para o Iraque para fins extra profissionais.Consta que é mais para sensibilização humanitária, tipo “aprender na pele antes de escrever”.
Um grupo rival ameaçou com proposta idêntica, neste caso para sensibilização cubana, mas acabou por optar por petição mais empolgante. Uma mobilização para se esvendar um caso mais obscuro e que ninguém se tinha lembrado até aqui: a tortura de Esquerda do PREC, numa disputa com a tortura mediática e de Direita do Iraque.
Os outros não se ficaram e responderam com nova petição. Neste caso para libertar à força uma velhinha de 83 anos do lugar onde sempre viveu, a ver se ainda vai a tempo de conhecer o mundo mesmo que o não queira.

Não fiquemos confusos, a política é uma arte muito subtil. Como diria a condessa à Alice do País das Maravilhas, tudo tem uma explicação.
Por mim, que sou mais básica, sempre preferia quando ofereciam electrodomésticos...":O.
De qualquer forma, dia 13 logo se saberá.

quarta-feira, maio 26, 2004

E se há coisa que a gente não quer, nesta altura pré Euro 2004...

é ter pela cidade de Lisboa o site

http://aifind.info/


continuação da loucura informática do grande maradona (com minúscula)

sexta-feira, maio 21, 2004

"pode ser que se foda" e eu também...

Uma escrita bem temperada, louca e caótica não fazem parte da temática ética...?
Pois então que se f**a mas não resisto. Este é dos posts mais geniais que já li:

Pode ser que se foda
(post emocionalmente desequilibrado; bolinha vermelha no canto superior; desaconselhado a maiores e vacinados)

Não sei quem é que o meu computador pensa que é, mas uma coisa posso garantir a todos: pode não passar de hoje, o filho da puta. Vai para dois meses que me leva três quinze dias para inicializar o caralho de uma sessão, intermediados de avisos que não consegue encontrar o “ficheiro SYSTEM.INI” e mais não sei o quê. Não consegue “encontrar”, procure melhor, olha o caralho.

“Não foi possível carregar a biblioteca de Ligação Dinâmica.” O quê, filho? Deve faltar o “msnp32.dll”, pensei eu, recordando-me de um antigo conselho da minha avó sempre que me aprestava para ir à amêijoa, há 15 anos: “Não te esqueças de levar o msnp.dll, Fernando Jorge.” Nunca me esqueci e sempre voltei da Ria Formosa vivo, ainda que sem amêijoa quase nenhuma. Desta vez a coisa fia mais fino: um quarto de hora depois de ter ligado o botão do computador, mas ainda a vinte minutos de poder ver o meu Aldaily, aparece-me, lustrosa e impecavelmente desenhada, uma caixa de diálogo informando-me, precisamente, da ausência do fatídico “msnp32.dll”.

“Insira disquete”, diz depois. Insiro-lhe, em cada uma das suas peças, qualquer dia, é um maçarico corta-chapas dos estaleiros de Gdansk, daqueles de tecnologia soviética, agora à venda por tuta e meia na Feira da Ladra de Varsóvia, e utilizados pelas máfias russas para assaltar as caixas fortes dos bancos siberianos. Desde que tenho NetCabo, então, o cabrão do computador mais parece governado por um sindicato alemão: vai não vai, mesmo gordo de mil e uma regalias, faz greve, sem aviso prévio ou outro tipo de satisfações, o que está contra a lei, como se sabe. E, last mas não o least, depois desta travessia do Pacífico em cacilheiro da Transtejo, estou muito bem, já no meu quarto de hora habitual que normalmente me leva a abrir a página do New York Times, e o paneleiro desliga-se, todo contente, com ar de quem está a cumprir bem o seu dever, e, cúmulos dos cúmulos, informando-me que faz isto para minha 'segurança'. O que ele, o computador, não sabe, é que a zelar assim pela minha 'segurança' está a contribuir para que a sua própria 'insegurança' em grau que talvez o surpreenda.

A minha vida é um batido de ovas de choco(...)"


E continua aqui, no genial doninha ":O)))

a ler

(...) violações tão graves dos direitos humanos nunca deveriam ser instrumentalizadas para fins particulares deste ou daquele grupo, da Esquerda ou da Direita, comparando-as e logo relativizando-as (...)

aqui

sábado, maio 15, 2004

opá...experiência de vida?

fónix pá ...o Valentim vai ter quantos post docs?

a coisa tá preta....

eu cá axo bem pá...em todo o lado são precisas malas e carregadores de malas pá....no JFK os gajos até são caros e tudo...

Abu Ghraib

A tortura de prisioneiros de guerra (e de outros que o não eram) no Iraque foi apresentada como «não americana» pelo Presidente Bush e, na Europa, como efeito directo da política de Bush. No primeiro caso, seria um incidente singular, atribuível à maldade do homem e a um erro de comando; e, no segundo, a consequência de uma prática geral, aprovada por um governo perverso. Tudo isto não passa evidentemente de uma conversa absurda. A América é uma sociedade violenta. Uma sociedade em que a violência está no dia-a-dia e se vive dia-a-dia, como não está e não se vive em Portugal, em França ou em Itália. Basta um passeio a sério (mesmo de automóvel) por Washington ou por Nova Iorque para perceber esta verdade básica. O culto da força (armada e física), que hoje identifica infalivelmente a América, não foi inventado pelo cinema. Nem a outra obsessão universal, a obsessão pelo sexo, foi inventada pela indústria de pornografia (a maior do mundo). A plebe democrática inventou livremente essa cultura, a sua cultura: a cultura do exército do Iraque. E ao que ela, tarde ou cedo, leva já se constatou nas prisões da América: tortura dos presos pelos presos, dos presos pelos guardas, dos guardas pelos presos, para não falar de assassinato, violação e chantagem. A barbárie da cadeia de Abu Ghraib só podia ser americana. Aquela típica mistura de sexo, de força e de violência; a pornografia tirada dos modelos vulgares do hard core; e o gosto de filmar e fotografar a coisa com requintes cénicos, para álbum de família - não enganam ninguém. Claro que o espírito militar impõe, ou devia impor, as suas próprias regras. Mas numa guerra em que os soldados fazem de polícias não há espírito militar que se aguente. Abu Ghraib é um sintoma; e um aviso. Não é uma surpresa.
Vasco Pulido Valente, D.N.15/5/04

quarta-feira, maio 12, 2004

A mesquinhez não tem limites...

contra as sevícias do Iraque, o poeta sacou do relatório esquecido.

Recomenda-se o post do José na Grande Loja do Queijo Limiano, a propósito do inclassificável artigo de Vasco Graça Moura.

domingo, maio 02, 2004

albatross! albatross!!!

Sequestrado pelos naquitos
mas salvo pelo valente Animal, aqui está o danado do niquelzinho de volta!

sábado, maio 01, 2004

This week I 'ave been mostly wearing Dolce & Gabbana!




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