<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6107247\x26blogName\x3dassocia%C3%A7%C3%A3o+de+radicais+pela+%C3%A9tica\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://radicaispelaetica.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://radicaispelaetica.blogspot.com/\x26vt\x3d-4802541920765737602', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

segunda-feira, março 29, 2004

Ai

Oh pá tá bem!
Não é preciso ralhares!

Ó cambada .....ó caramelos pá....fónix....

mas é preciso fazer escalas de faxina ao mail? hã? pá tá lá um pedido de aderência e tava lá lixo cumó camandro pá...tou aqui há meia hora a aspirar o mail dos radicais e já flatou a luz duas vezes.....pá bão lá ber carago.....

sábado, março 20, 2004

radicalidades utilitárias


Num momento em que nos questionamos sobre o que se deve ou não deve fazer, manter cabeça fria parece ser um bom remédio.
Nem sempre a ética está do lado das paixões e nem sempre o utilitarismo é cínico. Pode ser realista e ajudar à felicidade.

A terapia funciona tanto melhor quanto menor é a interferência da plateia.
Um exemplo da blogosfera:Liberdade de Expressão.

Um exemplo radical caseiro: a minha mãe tem 86 anos e está fina. Deixou de ir ao médico. Passou a ir ao veterinário.

o mundo não é a preto e branco II



As manifestações não têm sempre motivações justas. A de hoje prova-o. Também podem ter motivações sonsas.

sexta-feira, março 19, 2004

Reçeita cazeira contra Piolhos e Lêndeas


Piolhos e lêndeas incumodam mais que a caspa. Bemos iço todos os dias na TV, e infiãoçe na mona da jente... cem a jente tupar!

É impurtante algo de radical, tão mau ou pior, que os bote fóra. Num á sites cão boas reçeitas, puriço aqui fica uma:

Recolha artigos do Delgado. Imprima em papel maçio, ijiénico çerbe.
Junte uns do Fernandes do Púbico (aumenta o ifeito e alarga o ispectro a xatos e carraças).

Fássa uma tira longa, inrróle á bolta da cabessa (ou cabessas...) e debe cular bem, com cualquer gosma ou iscarreta ispêça.

Açente num sufá a faser zap-zap na TV. Num bale andar çó a ber anúnçios, tem que ber nutíssias. Coando cumessar a sentir quente na curnadura, agoente.

Os piolhos e lêndeas lêem relijiozamente os artigos do Delgado e do Fernandes, e ficão culados na gosma que uzou.

Cuando cumeçar a centir cusseira, é coando eles istão a ler e discutir os artigos, e aí ataque depreça:

- Bá a currer á cagadeira e infie lá a mona, puche o tó-clismo e deiche iscurrer bem.
- Bote uma cerbeija por sima: fás bem ao cabelo. (Num uze da do Sr. Cintra, ou fica cão o cabelo cumó Herman!).
- Isfregue bem a caxola cão um trapo belho, que é pra butar fóra.
- Limpe os óvideos cão coidado.

Paçe a uzar um barrete e óculos de prutessão (ou infie um prezerbatibo baleia-size) pra ber a SICk ou a TVI e prá RTP, ou bote um penico na curnadura (cão umas gotas de dezinfétante).

Repita o tratamento uma bez por mêz, que "eles andam aí...".

Iscuzão de agradesser...

quarta-feira, março 17, 2004

ABC

Tenho uma especial ternura por esta malta.

terça-feira, março 16, 2004

“Esquerda/Direita, encolhe a barriga e estica o peito”: O mundo a preto e branco. Faça o teste:

J - A dicotomia esquerda/ direita é válida ideologicamente?
Em quê?
No modo de produção de bens?
No modo de distribuição?
Na organização do Estado?
Nos princípios constitucionais e valores aceites pelas comunidades, como sejam a democracia, com representantes do povo eleitos por partidos, com liberdade de reunião e expressão?
Na definição dessas liberdades?

Se chegarmos ao fim e verificarmos que não há diferenças substanciais, haverá razão para a risca ao meio, na sociedade?

I- Mas sim, existem. Desde logo na forma como se lida com a justiça social, com as preocupações mais acentuadas com a cultura de liberdade, com a leitura do papel do Estado na Economia, etc.

Z- assim, de repente, lembro-me que é válida no maior ou menor liberalismo económico; nas maiores ou menores opções de protecção social; no maior ou menor peso das diversas formas de defesa; é válida nas alianças de política internacional.
Resumindo- percebe-se melhor pela diferença dos resultados económicos a praso médio, e dos sacrifícios individuais dos mais desfavorecidos a curto praso. E sentem-se mais os efeitos negativos de ambas quanto mais pobre é o país... ":O+

J- Por essa ordem de ideias que vejo expressas rapidamente chegaremos à conclusão de que os governos de António Guterres e Durão Barroso são rigorosamente idênticos em termos ideológicos e que os governos de Aznar e agora o do Sapateiro também o serão- é uma questão de dar tempo ao tempo.

Se a ênfase é colocada nas politicas sociais, como factor distintivo, acabaremos por discutir o problema do rendimento mínimo; dos impostos directos; das propinas;das reformas.
É isso que hoje em dia distingue a esquerda da direita?! A gestão corrente do Orçamento do Estado e o modo de o organizar?

Eu estou a falar em IDEOLOGIA! Em Constituição! Em modelos económicos!

Em tudo aquilo que nos anos setenta se andou por aí a batalhar!
E vocês vêm falar de Orçamento do Estado!


Haverá assim diferenças para a risca ao meio? (...)
J- Quanto ao assunto, começo a ver um convergência.
E insisto na pergunta?
Para quê distinguir o que não se distingue senão à lupa de um Orçamento mais ou menos lauto e de acordo com o PIB de cada país?

I- Não é o tamanho do orçamento que conta, José, é o que se faz com ele.

E não se esqueça que o Orçamento é a expressão financeira da política de um dado Governo. O Sousa Franco ensina isto.

É tudo menos uma questão menor. É lá que se vê, para além das demagogias e populismos, as apostas de cada Governo, a sua política. É uma questão de saber ler aqueles hediondos mapas

J- Então ficamos pelo Orçamento como factor de distinção?

A política social francesa é de direita ou esquerda?
A da Holanda a que grupo deverá agregar-se?

AS despesas militares da Alemanha são próprias da direita ou esquerda?
A politica de rendimentos e impostos da Finlândia é de esquerda ou de direita?

A União Europeia impôs-nos o Código do IVa através da transposição integral da 6ª Directiva.
É de esquerda ou de direita?

A decisão sobre o TGV ou a OTA é subsidiária da esquerda ou da direita?

O PCP é de esquerda?!!!!

I-Não, assumimos apenas que o OE reflecte opções políticas.

"A política social francesa é de direita ou esquerda?"

É de esquerda. Relutantemente suportada - parcialmente - pela direita. Como em Portugal

"A da Holanda a que grupo deverá agregar-se?"

É de centro-direita. Social democracia a sério.

"As despesas militares da Alemanha são próprias da direita ou esquerda?"

Da direita.

J-A politica de rendimentos e impostos da Finlândia é de esquerda ou de direita?"

É intervencionista. Anti-liberal. De esquerda: fortes preocupações redistributivas e de manutenção de prestações sociais a um nível que nós, cá, nem sonhamos ser possível.

"A União Europeia impôs-nos o Código do IVa através da transposição integral da 6ª Directiva.
É de esquerda ou de direita?"

A União Europeia não nos impõe. Nós impômo-nos o IVA. O IVA é um imposto socialmente cego, porque não progressivo. Apesar das três tabelas demonstrarem algumas preocupações com o mínimo de subsistência.

"A decisão sobre o TGV ou a OTA é subsidiária da esquerda ou da direita?

É subsidiária, infelizmente, de lobbyes do imobiliário. Uns afectos à esquerda e outros à direita. Lamentavelmente.

J- Portanto, temos governos de direita que aplicam políticas de esquerda e vice versa.
Temos pessoas em governos de ambos os lados que são do outro...
Temos políticas que na Europa passam por ser de direita e noutras latitudes são de esquerda ( nos USA, com o partido democrático) e vice versa.

Temos por isso uma matriz da esquerda e de direita que de tão fundida em soluções governativas de um ou outro lado do espectro político- já não se distinguem.

Por outro lado, buscar a distinção em políticas de microeconomia ou até mesmo em políticas macroeconómicas, não as acompanhando dos princípios de organização dos meios de produção e da sua propriedade, será sempre falacioso e nunca servirá para distinguir seja o que for.


Resta a pergunta que não foi respondida:

O PCP é de esquerda ou de direita?

Aqui: “:O)))

domingo, março 14, 2004

Manifesto anti-medievalistas


Cá pra mim, até gustei do boço paleio mediebal, mas num acredito que as mutibassõins seijam só, ou bázicamente eças.

Quanto aos úmanos, todos os somos, uns mais cultibados, outros menos: quantos ditadores foram educados em boas escolas ingalezas, purizemplo? E que foram militares culuniais?

"O poder corrompe", e todos cunhessemos jentinha que pareçia purreira, mas num puleiro de merda, paçou a ser currupta, abuziva... ou pior. Não digámos "eu num faria o mesmo" com muita serteza!

Custumo diser que "relijião, bola, sexo, pulítica, são questõins de fé e num bale a pena discutir" (afora o clitóris do Miguel Paiva...).

Cumo aicho que atualmente as cauzas de biulênssia "pesada" ção o poder/lucro: á uns indiotas radicais (esta foi fuleira...) que cumprem as tarefas, mas quem manobra quer é guita e puder... ou mais puder.

As CAUSAS foram pró penico: o Arafat quer é mais guita, o Sharon quer é negóssios, o bin Laden quer é puder na Arábia Saudita, ou noutros lados, pra já; dos clãs Bush ou Kennedy ou outros "tribalistas" (esta ainda mais porca?) amaricanos, a empresas do pitrol ou frangos açados, bale tudo pra subir um degrausinho que seija.

A falta de coltura e inducação ("house-training"), que foi um mutor nalguns culunialismos, leba á manutenssão de belhos hábitos, tabus, ódios; a ex-Jugoslávia foi um exemplo do estalar deçe "vernís cultural": foi uma fussanguiçe cão todos á prucura de puleiro e tungas... ispichou sangue!

As belhas causas são rebizitadas mas cumo preteisto: os retardados cuzinhãoçe cumo "fundamentalistas", mas lá atrás quem lhes dá a mama?

Nassiunalismos como o Irlandês ou Basco, ou Sérvio, bãoçe isgutando. Bira o disco pra múzica árabe e toca o mesmo...

Num nos intendemos num cãodumínio, numa aldeia, entre rejiõins próssimas. Queremos intender as merdas doutras colturas? E atão as subcolturas?

Inbestir em inducassão debia de cer permitir aos mais nobos num cerem grunhos cumá jente: cãodissõins pra pressever e respeitar os ábitos de outros, lidar cão outros diferentes deles, que as barreiras criam ódios, inbeijas, ideias tolas. A jente já num tem imenda...

Num creio em nobas cruzadas, e num é fáçil "trancar num çéculo paçado" um povo, cumo no Afeganistão... num durou açim muinto... nos USA ispero que çó tenha durado estes ánus do Bush...

sexta-feira, março 12, 2004

TERRORISMO, PORQUÊ?

Vale a pena pensar... é fácil dizer que nada justifica mas, a realidade é que alguma coisa motiva e leva seres humanos a cometer barbáries como a de ontem em Madrid! Ainda mais fácil e infantil é dividir o mundo entre os “bons” e os “maus”... A Vida não é a preto e branco! É urgente pensar no âmago da questão : PORQUÊ?????

segunda-feira, março 08, 2004

Dia Internacional da Mulher


Manuel Henrique José, agora com 45 anos, e António Henriques José, com 38, nasceram saudáveis e assim viveram até completarem o 17.º aniversário. Foi a partir daí que o mais velho, o Manuel, começou com desequílibrios nas pernas. Esteve internado no hospital da Universidade de Coimbra. Os médicos não encontraram solução para a doença. Deixou de andar.
Depois foi o António. Chegou a trabalhar na fábrica de Porto de Cavaleiros. A mesma doença provocou-lhe o mesmo desequilíbrio nas pernas. A dedução foi imediata - sofria do mesmo que o irmão. Naquela casa isolada num casal do Vale do Poço, Além da Ribeira, a mãe, Maria Henriques, e o pai, Manuel José, ficaram com dois filhos incapacitados, o infortúnio traçou-lhes uma sobrecarga de amargura. Vale-lhes o apoio de uma filha que não foi atingida pela doença. Todos os dias ajuda a mãe a cuidar dos irmãos. Ao mais novo levantam-no da cama e colocam-no na cadeira de rodas. O mais velho agoniza acamado. A situação desta família tem preocupado o presidente da junta de freguesia, em especial com o agravar da situação do mais velho. Por solicitação do presidente da junta, a vereadora da câmara municipal, Isabel Miliciano, responsável pelo pelouro de acção social, visitou esta família e inteirou-se da situação.

À sugestão de que o filho mais velho devia ser internado onde tivesse melhores condições de assistência médica, a mãe respondeu que prefere tratar deles, exemplo limite de virtude e dedicação. A vereadora comprometeu-se a procurar o apoio possível, naturalmente emocionada perante o exemplo desta mãe, convictos que não há apoio que valha tanto quanto a que esta abnegada mãe presta a estes filhos.
in "A Cidade de Tomar"

domingo, março 07, 2004

BI e NC

BI, BI e Nº de Contribuinte. São uma instituição tuga. Não se pode comprar um passe social ou ir a uma casa de banho pública sem que nos exijam BI e nº de Contribuinte. Na melhor das hipóteses aceitam fotocópia legível...
Uma pessoa quer rescindir os contratos de gás, água, telefone, electricidade e net e é a ver os que complicam mais... Ou o próprio ou por carta e com BI e nº de Contribuinte... e a malta dá, dá tudo, só para não se chatear. Até dá às editoras escolares e em nome de outros sem lhes pedir autorização...
Engalinho com isto! Serei normal? “:O?

segunda-feira, março 01, 2004

Ora aqui está uma arma radical...

Vamos aí a por a malta a olhar para si mesmo!

- És muito honesto, Iorg, coisa que se tornou rara no teu mundo de origem. Mas não tenhas receio: sim, deste cabo de Chlocblaúmm. Eu sei tudo, tenho os meus meios de informação. Aquela tua conversa sobre o bem e o mal... – soltou uma súbita gargalhada – ... foi o que acabou com ele.

- Mas porquê?

Porque, replicou Shenazimm, lançara dúvidas no espírito daquele Senhor do Mal. Dúvidas sobre o mal e sobre o bem. Mais do que isso: de caminho, e por um natural processo, levara Chlocblaúmm a virar-se para si próprio, a debruçar-se sobre si mesmo, a fazer as perguntas: “Quem e o que sou eu, verdadeiramente?”

- São perguntas terríveis meu filho. Perigosíssimas. Só as pode fazer quem está preparado. No caso vertente, chlocblaúmm não estava preparado para elas e ainda menos para as respostas, que mais uma vez no caso vertente, se resumiam ambas a uma palavra: Vazio. Total e absoluto. Ora, quem é que é capaz de resistir a tal realidade?


In O Sétimo Herói de João Aguiar

voltar ao início Site Meter