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sexta-feira, agosto 27, 2004

Atenção Malta!

O nosso chefe Anarca voltou!
(Parece que as férias lhe fizeram bem! )
Bora todos a lá ir cuscar! Está também na hora de marcar uma patuscada, desta vez na capital do império!

domingo, agosto 22, 2004

Um alívio

O director do Expresso, José António Saraiva, descobriu que existe em Portugal «uma plêiade de comentadores (a que se deu o nome de "analistas"...)», que não tem uma «ideia» e se «especializou em triturar políticos» (quando não resolve cruelmente «triturar afins»). Escreve Saraiva: «Mal uma pessoa ocupa um cargo público é vista por esse grupo como uma figura a abater.» Segundo esta tese, a pretexto de que «os lugares do Estado são ocupados por gente de segunda, terceira ou mesmo de quarta categoria», os «comentadores» pedem uma demissão por semana, sem perceber, na sua inconsciência, que trabalham para a degradação do Governo e dos serviços e, sobretudo, para a instabilidade geral do País. Saraiva, misturando alhos com bugalhos, dá (fotograficamente) exemplos: Salvado, Ferro, Theias, Martins da Cruz, Lynce, Isaltino, Guterres, Jorge Coelho, Negrão e dois senhores que não consegui reconhecer. Infelizmente, da alta e original inteligência de Saraiva, sempre borbulhando de ideias, não saiu uma única explicação para esta especial perversidade dos «comentadores». Defeito inato? Vício adquirido? Corrupção? Saraiva não esclarece e nós ficamos sem saber. De qualquer maneira, nada salva as vítimas, criaturas de uma inexcedível nobreza. E ninguém salva Portugal de ser, como elas, abominavelmente «puxado para baixo». Os «comentadores», embora malvados, não perceberam ainda com certeza o seu poder e os seus crimes e, se não fosse o agudo espírito de Saraiva, a Pátria continuava a correr à sua perda. Agora, uma questão se põe: que fazer com essa nojenta e palradora raça? Extermínio? Desterro? Cursos de reeducação? Sobre este ponto, Saraiva também guarda um prudente silêncio. Mas, por mim, como «comentador», proponho uma solução mais fácil: que Saraiva se demita imediatamente do Expresso. Era um alívio.
VPV, D.N., 22/08/04.

segunda-feira, agosto 16, 2004

os pontos nos is

Os momentos de crise parece que também são as melhores alturas para surgirem consensos impensáveis e se irem preparando alianças que melhor beneficiem os interesses de cada um.
Servem também para separar águas.
Aconselho a leitura de um post iconoclasta e desassombrado, do nosso amigo José.

sábado, agosto 14, 2004

A justiça

Desde o princípio do escândalo da Casa Pia que se vêem na televisão dezenas de figuras supostamente veneráveis jurando pela sua alma e a sua honra que «a justiça funciona». A repetição indica a mentira com cristalina clareza: a justiça não funciona. E toda a gente sabe. Os portugueses, como é público e notório, têm medo dos tribunais. «Ir a tribunal» foi sempre uma tragédia, uma catástrofe, o equivalente a uma doença grave ou a morte na família. Pior: foi sempre inútil ou nocivo. Qualquer pessoa de qualquer «classe» ou de qualquer educação sente que a lei não a protege de rigorosamente nada: da fraude, da burla, da calúnia, da agressão física, da negligência médica ou do próprio Estado. E de uma infinidade de outras coisas, que no dia-a-dia se aguentam e sofrem por pura impotência. A complicação da lei e a lentidão do processo instituíram uma espécie de impunidade universal. Por estranho que pareça nunca amanheceu no cérebro dos nossos governos democráticos a ideia simples de que a democracia se fundava na eficiência e celeridade da justiça. Não se investiu na justiça e não existe evidentemente uma democracia a sério. Como, por estranho que pareça, nunca amanheceu no cérebro dos governos, nem no cérebro muito mais pequeno dos peritos que a primeira condição da «confiança» e, portanto, do «desenvolvimento» era, igualmente, uma justiça que, além de impor um respeito geral pelas regras do mercado, garantisse os contratos, esmagasse a corrupção e radicalmente eliminasse o favor político. Não se investiu na justiça e o resultado acabou por ser uma economia suspeita e miserável. Mas, no meio disto, só a pedofilia comove a opinião. E o Primeiro-Ministro, a pretexto de umas gravações, quer fazer um «pacto» com o PS. Não lhe disseram com certeza que, em matéria de justiça, o «Bloco Central» está feito. Para fins diferentes.

Vasco Pulido Valente, D.N., 14/08/04

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