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domingo, julho 25, 2004

Programa do XVI Governo Constitucional

O Amigo Luis Vieira do Blog Ourém teve a idéia (e o trabalho!) de criar um blog com 41 fantásticos posts. Nem mais! O Programa do XVI Governo Constitucional que se pretende comentado e votado. Está em Programa do XVI Governo Constitucional.

sábado, julho 24, 2004

o melhor comentário do dia:

 
LA GAUCHE C’EST MOI!  

":O))))


sexta-feira, julho 23, 2004

À solta

O público recebeu este Governo como não tinha recebido nenhum outro: com espanto, com assombro, com irrisão, com censura. As trapalhadas não param. Há as trocas e baldrocas de última hora; 38 secretários de Estado, 38!, distribuídos sem lógica nem senso; o secretário de Estado que não toma posse porque foi a Bruxelas com Barroso; a secretária de Estado que fazia mais falta na Cultura do que na Defesa; ministros à procura de ministério ou mesmo no meio da rua à procura de casa; declarações delirantes de Santana e Portas. Numa palavra, a irresponsabilidade chegou ao poder: uma irresponsabilidade nova e nunca vista. Mas não surpreendente para quem conhece os gloriosos chefes da balbúrdia, a que o dr. Sampaio com a sua prudência entregou o País. Santana e Portas vêm da escola da intriga, do boato, do segredo e do truque. Dantes não se notava tanto, porque estavam limitados a uma pequena esfera (o PSD, o CDS, a Defesa e a Câmara) e até certo ponto sob a supervisão de adultos (e mesmo assim arranjaram sarilhos sobre sarilhos). Agora, sem supervisão e com Portugal inteiro para brincar, não existe limite ao que dali eventualmente sairá. Entrámos no universo do imprevisível. Pensar pela cabeça desta espécie política não é coisa fácil. Santana e Portas vivem do exibicionismo, do melodrama, da demagogia. Dizem isto e dizem aquilo e depois desdizem e depois tornam a dizer. Não interessa. Avançam sempre com certeza da inconsciência. Só pensar, ao fim de uma semana, que a ideia do Presidente era garantir a «estabilidade», mostra o erro sem desculpa em que ele caiu. Santana e Portas são, por natureza, o princípio da instabilidade. Sempre a provocaram e se alimentaram dela. Um espectáculo - e eles não passam de um espectáculo - precisa de mudar. De qualquer maneira, o começo promete.
 
V.P.V., DN, 23/7/04

segunda-feira, julho 19, 2004

Parabéns ao nosso Chefe Anarca!

Malta Radical o nosso Anarca Constipado faz hoje um ano! Um ano de Informação rigorosa(!!!), Terapia e Entretenimento de grande qualidade!! Sempre com um Humor e Mordácia  raros neste nosso Burgo, onde realmente "É carnaval todos os dias!" Enfim... um verdadeiro serviço público! Vamos lá a dar-lhe os Parabéns!

domingo, julho 18, 2004

pensamento do dia


When trouble arises and things look bad, there is always one individual who perceives a solution and is willing to take command. Very often, that individual is crazy.
 
Dave Barry

segunda-feira, julho 12, 2004

and now for something completely different...

Um momento de descompressão lido no Blasfémias


Enquanto suturava uma laceração na mão de um velho lavrador provocada por um caco de vidro, o médico e o doente encetaram uma conversa sobre o Santana Lopes. E o velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe... o Santana é uma tartaruga num poste...

Intrigado com esta afirmação, o médico perguntou-lhe o que era "uma tartaruga num poste".
A resposta foi:
- Quando o senhor vai por uma estradinha e vê um poste de vedação de arame farpado com uma tartaruga a equilibrar-se em cima dele, isso é uma tartaruga num poste...

O velho camponês notou a cara de espanto do médico e continuou com a explicação:
- O senhor não entende como é que ela chegou lá; o senhor não acredita que ela esteja lá; o senhor sabe que ela não subiu para lá sozinha; o senhor sabe que ela não deveria nem poderia estar lá; o senhor sabe que ela não vai conseguir fazer absolutamente nada enquanto lá estiver; então, tudo o que há a fazer é ajudá-la a descer de lá!

terça-feira, julho 06, 2004

Parabéns ao nosso Formiga!

sexta-feira, julho 02, 2004

Mentira?

Pobre Sampaio. Para começar, há a questão da legitimidade. Nomear Santana Lopes seria legal, mas não seria legítimo. Mais de metade do país já percebeu isso. Como já percebeu que a confiança na democracia não resiste, se as regras, mesmo tácitas, não se cumprem. As palavras «traído» e «burlado», que usaram alguns comentadores, reflectem um sentimento geral. Quem não viu ainda esta evidência anda alegremente na lua. Só que a alternativa assusta. Fora da absurda histeria do futebol, Portugal está hoje dividido como nunca esteve desde '75. O «centro» desapareceu, o «consenso» acabou. No PSD e no PS, os «moderados» saíram. Guterres fugiu e agora fugiu também Barroso. Nada de eufemismos: fugir foi o que eles fizeram. E deixaram para trás gente de um extremismo emocional e político, que promete o pior. O dr. Ferro levou o PS para a Esquerda e Santana Lopes (com Barroso) levou o PSD para a Direita. Tão para a Esquerda e tão para a Direita que o único aliado, ou interlocutor, possível do PS é o dr. Louçã e o único aliado, ou interlocutor, possível do PSD é o dr. Portas. Santana Lopes depende hoje de Portas. Ferro, sem maioria absoluta, dependerá de Louçã e, com maioria absoluta, da sua franja radical. De resto, os dois criaram o caos nos seus próprios partidos, pela demagogia e pela intriga, e os dois, se amanhã governassem (Santana por nomeação, Ferro por eleição), tornariam a «crise» incurável e permanente. Um e outro não inspiram vestígio de respeito; um e outro não se recomendam. Má sorte? Não. Nem Sampaio, nem os portugueses se devem queixar. Estas coisas não sucedem por acaso. Precisam, para suceder, de anos de indiferença, irresponsabilidade e conformismo. Os principais responsáveis pelo presente desastre, o dr. Barroso e o eng. Guterres, passeiam por aí com o respeito público. Mentira?
Vasco Pulido Valente; D.N., 1/7/2004

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